Por que no Rio tem pato comendo lama?

Sons ofegantes, tribos mamelucas, pontes para Recife e overdrives. O teatro bestializado da lama sem a crueza da fome, com a esperança do caos refazendo a vida, o nonsense desvirginando o óbvio: não chorar! Já ouvi, calma! Cirandas, rodas, alfaias e tudo mais para soar bem alto. Arte sensível, sexualizada e ironizando a seriedade. Cabe tudo no mangue! Hoje caberemos todos no circo.

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